DICAS

Tratamento da Diabete Melito – diagnóstico e complicações.

O diabete melito ou sacarino é uma doença crônica, provocada pela deficiente produção de insulina pelo pâncreas (a insulina é um hormônio que promove a metabolização dos carboidratos).

Os casos brandos são geralmente assintomáticos, sendo descobertos casualmente, durante exames de rotina. Nesse artigo falaremos do Tratamento da Diabete Melito, diagnóstico e complicações.

Sintomas

O diabete em fase adiantada tem sintomas clássicos que raramente deixam de se manifestar, tais como:

  • sensação de fraqueza (astenia)
  • emagrecimento
  • apetite exagerado (polifagia)
  • aumento acentuado da eliminação urinária (poliúria)
  • sede constante (polidipsia) e prurido cutâneo, de intensidade variável.

Mais raramente, é possível que a doença se manifeste pela primeira vez sob a forma de coma.

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Esse inicio brusco e dramático ocorre com relativa frequência no chamado diabete juvenil, que se inicia antes dos 15 anos de idade e se caracteriza pela completa ausência de produção de insulina pelo pâncreas.

É importantente o conhecimento dos sintomas, assim, ajudando no Tratamento da Diabete Melito – diagnóstico e complicações.

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Tratamento da Diabete Melito – diagnóstico e complicações

Em qualquer tipo ou estágio do diabete melito, o diagnóstico baseia-se principalmente em exames laboratoriais para determinar a taxa de açúcar contido no sangue (glicemia) e na urina (glicosúria).

Como a glicemia depende da alimentação, isto é, aumenta após ingestão de açúcar e diminui na falta deste, a determinação do nível sanguíneo de açúcar para o diagnóstico do diabete deve ser frita em completo jejum.

Nessas condições, a glicemia oscila entre 80 e 120 mg para cada 100 cm3 de sangue. Nos casos mais graves de diabete, as cifras podem até superar os 400 mg.

Em condições normais, a glicose contida no sangue é completamente filtrada, nos rins, pelos glomérulos e, em seguida, absorvida pelos túbulos, de onde é reconduzida à circulação sanguínea.

Assim, a urina normal jamais contém açúcar. Mas o mecanismo de reabsorção tubular tem limites – o chamado limiar renal.

No caso da glicose, varia entre 1,6 e 1,8 g de açúcar por litro de sangue filtrado. Acima dessas quantidades, a glicose é eliminada junto com a urina.

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Por isso, a determinação da glicosúria é rotineira nos exames de controle do diabete já diagnosticado.

Entretanto, não deve ser utilizada como exame exclusivo no diagnóstico da moléstia, pois é possível ocorrer glicosúria sem que haja hiperglicemia e, portanto, diabete melito: a eliminação de açúcar também ocorre no chamado diabete renal, caracterizado exclusivamente por um limiar renal excepcionalmente baixo.

Daí a grande eliminação de glicose pela urina, apesar de haver produção normal de insulina pelo pâncreas e uma taxa normal de glicose no sangue.

Complicações

O diabete pode se acompanhar de complicações cardiovasculares, nervosas, oculares e cutâneas.

As complicações cardiovasculares são comuns e, provavelmente, resultam do estreitamento vascular determinado pela moléstia (angiopatia diabética).

As mais frequentes são hipertensão arterial, angina do peito, enfarte do miocárdio, insuficiência cardíaca e obliterações arteriais periféricas.

Estas últimas levam a dificuldades de cicatrização e favorecem o surgimento de gangrena nas extremidades do corpo.

Dos distúrbios nervosos destacam-se as alterações da sensibilidade cutânea (formigamentos, sensações localizadas de dor ou de calor), impotência e frigidez. As complicações oculares do diabete são as mais comuns e também as mais temíveis.

Entre estas, destacam-se as modificações da retina (hemorragias, inflamações) e do cristalino (catarata).

As complicações cutâneas mais frequentes são manchas esbranquiçadas (xantomas), localizadas sobretudo nas pálpebras, ombros e antebraços.

Além disso, no diabete não tratado, a impossibilidade de utilização dos carboidratos obriga o organismo a recorrer à gordura e às proteínas para obtenção de energia.

O desdobramento dessas substâncias pelo ligado acarreta excessiva produção de compostos chamados corpos ctônicos, muito tóxicos acima de determinado nível de concentração no sangue.

Podem levar ao coma, complicação muito grave – e às vezes mortal – da enfermidade.

A normalização dos sintomas do diabete baseia-se em regime alimentar pobre em carboidratos e na administração de insulina natural ou de antidiabéticos sintéticos.

Os casos de diabete juvenil só reagem ao tratamento com insulina natural, que obriga o paciente ao desconforto de injeções diárias desse medicamento.

Em qualquer caso, os cuidados dietéticos e os medicamentos devem ser mantidos por toda a vida: os casos em que o diabete desaparece completamente são muitíssimo raros. Mesmo assim, o diabético corretamente tratado pode levar vida perfeitamente normal.

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